terça-feira, fevereiro 28, 2006

Azul de mim...

Chama-se assim o poema que o Gato deixou na Paisagem. Eu, confesso, estou derretida...


O Gato na Paisagem

sexta-feira, fevereiro 24, 2006

Flash Gordon à conquista de Marilu (II)





Ainda se lembram da minha amiga Luísa, também conhecida na net como Marilu? Contei-vos que ela decidiu encontrar-se “ao vivo e a cores” com o Flash Gordon, um assíduo comentador do blog dela. Sinceramente, antes do dia marcado, tentei convencê-la a desistir. Mas ela estava empolgada, tinha falado com ele no msn (mais umas iniciais que eu fiquei a conhecer) e até tinha ligado a webcam (e eu às aranhas…) para ele a ver e poder reconhecê-la. Perguntei-lhe se ele também se tinha mostrado. Que não, ele não tinha câmara. Mas tinha gostado muito de vê-la e estava muito entusiasmado. Foram estas as palavras dela. Olhando para a Luísa, achei que ela era suficientemente atraente para entusiasmar um homem. Até aí, entendia-se. Só não percebi o que ela me disse depois:

- Sabes, ele agora até já nem estava com muita vontade de me conhecer. Disse-me que eu era tão linda e que nos estávamos a dar tão bem que até tinha medo de estragar tudo!

Estranho… Como não havia outro remédio, mais valia esperar pelo encontro. No dia em que a Luísa foi ter com ele, eu fiquei em pulgas para saber o que se tinha passado e como era o homem. Assim, com nome de herói, devia ser qualquer coisa de especial.

Ao fim da tarde a Luísa veio a minha casa, desolada. E eu, na minha inocência mas já furiosa com o homem, perguntei-lhe se ele tinha sido malcriado, se a tinha magoado, se tinha tentado “alguma coisa”.

- E eu importava-me lá que ele tentasse alguma coisa! És mesmo parvinha. Ele nem apareceu. Deixou um bilhete com o empregado do café para me entregar. Queres ver?

Queria, claro…

Minha querida Marilu:

O nosso relacionamento vai ter que continuar a ser virtual. Demo-nos tão bem no msn, não achas? Se passássemos à realidade, provavelmente eu iria desiludir-te. Tu até podias fazer um blog novo com o nick Dale. Como a Dale Arden, sabes? Isso é que me ia agradar, a sério. Só de pensar nisso, já fico a ferver… Por favor, aparece no msn logo, às 23H.

Teu sempre

Flash



Que é que eu lhe podia dizer? Perguntei-lhe o que tencionava fazer, pensando que aquele era um relacionamento condenado.

- Fazer? Mas o que é que achas? Vou já a correr para casa, despachar o jantar para estar no msn às onze horas. Tontinha, então não achas que mais vale um virtual na mão que dois reais a voar?


Perante isto, não sei a que (des)propósito, lembrei-me daquela canção do Robbie Williams:

“I'm not perfect
But you don't mind that,
do you?
(…)

Oh Lord
Make me pure but not yet”

domingo, fevereiro 19, 2006

Da correcta medicamentação….

Eram 15 horas. Em plena baixa lisboeta, do outro lado da rua, oiço o meu nome soltado num berro feroz! Era o meu Quim “Remédios”, do alto do seu metro e noventa, pronto a “esmagar-me os ossos” num abraço. Há que anos que não via o “Remédios”... E, no entanto, tempos houve que éramos unha com carne... Mas, enfim, nada de cair em nostalgias, a vida tem cursos distintos e nem ele, nem eu, lamentamos o rumo que tomámos...

-“Oh pá, nem imaginas o que acaba de me acontecer...” - atirou-me o “Remédios” sem dar tempo de me recompor da minha “fuga” para a juventude passada...
-“Claro que não imagino! Mas tenho a certeza que mete saias...” – retorqui, num sorriso, enquanto me libertava do esfuziante abraço.

Devo esclarecer que “remédios” não é o seu apelido de família. Trata-se de uma garbosa alcunha que o meu amigo ostenta e que vem desde os velhos tempos das avenidas novas. O Quim, nesse tempo de estudante de medicina, tinha sempre uma receita infalível. Fosse qual fosse a doença, real ou imaginária, fosse enxaqueca, ou insónia, torcicolo ou anemia, o Quim disparava sempre: -“ Oh pá, f..de! É remédio santo!...” Daí o “remédios”... A verdade, porém, é que o Quim não era um teórico. Praticava a “receita” e respirava saúde...

O Quim Remédios nunca casou. Arrasta, no currículo, duas ou três relações mais ou menos (in)estáveis e mantém-se fiel ao lema de apenas “casar com a profissão”; aliás com manifesto proveito, pois que, para além da clínica privada, exerce funções destacadas num Hospital público.

Mas vamos à história. O Quim Remédios mal conhecera, em situação que não revelou, uma distinta senhora casada, aprazaram o encontro fatal. Nesse dia. À hora de almoço. Numa pensão “xungosa” da baixa, coito de marginais, imigrantes clandestinos e amores ocasionais...

-“Estás a perder classe...” – ironizei – então é isso lá sítio para levar uma senhora?!...”
-“Mas que queres, pá! A gaja queria que a fizesse sentir como p... ; tive que escolher o cenário adequado... “ - gargalhou.

Confesso que também ri com gosto, aguçando a curiosidade para o resto da história.

Dispenso-vos dos pormenores mais ou menos escabrosos (não vá a “Menina_Graça” despedir-me da Retrosaria) para, em síntese, vos dizer que, no tálamo do amor, a senhora guinchava e rugia como uma leoa possessa de cio e gozo. Rugir?! Melhor, a dama troava e gemia, em diversos registos sinfónicos, como se as carícias do meu amigo Quim fossem trombetas celestiais em acordes divinos...

Eis senão quando, no auge da batalha amorosa, semi abafados pelos libidinoso sons da dama, a porta do quarto rebenta de estrondo, qual apocalipse vindo do fundo do corredor... Com uma insistência inaudita, as pancadas na porta multiplicavam-se! O Quim murchou na sua função! Que é que um homem pode fazer?!... E que pensar, numa cena dessas ? O pior, claro! Uma rusga da polícia?! O marido ciumento?! Um assalto?!...

De respiração suspensa, preparado para tudo, embrulhado no lençol como túnica de senador romano, em pose solene, o Quim levanta-se, deixando a dama, ainda mal refeita das celestiais trombetas, estendida sobre a cama, exposta, como virgem sacrificial...

A espera exasperava! Do lado de fora, uma chave na fechadura e, de supetão, surge em cena um jovem negro, belo como uma escultura de bronze, saída das mãos de Rodin ...

(Nesta fase da descrição, a minha mente perversa formigava cenas inarráveis, em que o jovem negro seria o artista principal ...)

-“Patrão, estão aqui a fazer muito barulho” – balbuciou o negro perante o olhar dominador do meu amigo Quim! – “com esta barulheira tem que pagar o dobro pelo preço do quarto...”

Num gesto aristocrático, o meu amigo Quim abriu a carteira e estendeu-lhe uma nota de cinquenta.

-“Há momentos, em que um homem não se pode cortar nas despesas!...” – remata, filosófico, o meu amigo Quim Remédios...

Imaginam que frustração se o meu amigo fosse um pelintra qualquer?!...

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A menina Graça já pensou recomendar à sua amiga Marilu o consultório do Quim Remédios”? ! Desconfio que esse tal Flash Gordon não é homem para ela...

quarta-feira, fevereiro 15, 2006

Miragem

A água quente parece que anda a ver miragens, lá pela Paisagem. Eu sempre disse que aquela rapariga não batia bem da cabeça...



O Gato na Paisagem

domingo, fevereiro 12, 2006

Flash Gordon à conquista de Marilu





Sabem que, antes de abrir aqui esta Retrosaria, localizada num estranho mundo virtual em que todos brincamos de faz-de-conta, eu quase nem sabia o que era a Internet. Não acreditam? Podem perguntar à minha amiga Luísa que é especialista em chats, fóruns, blogs e etc. A Luísa perdia a paciência comigo, quando queria contar-me as aventuras dela na net e eu ficava meio parva a olhar para ela. Aqui há uns dois meses, ela andava toda animadita e eu até pensei : “mas que raio deu a esta rapariga que anda sempre tão murchinha e agora até parece uma flor a desabrochar?” Eu sou assim, muito solícita com as amigas.
Enfim, estava a dizer que a Luísa me apareceu muito espevitada, e quando lhe perguntei o que se passava, respondeu-me que havia um rapaz (bem, ela não sabia a idade dele…) que ia lá ao blog dela e que lhe fazia comentários muito “apaixonados”. Diacho, pensei eu, que são comentários apaixonados? Por aquela altura, eu nem sabia o que eram comentários em blogs, quanto mais… Então ela mostrou-me o blog , onde fazia (dizia ela) uns poemas. Eu li, no último post:

“A minha vida é tão triste
A minha vida é só dor
Será que alguém existe
Que me venha dar amor?”

Marilu (é o nick dela, segundo me disse. Sabia lá eu o que era um nick…)

Mostrou-me os comentários. Havia de tudo: “beijinhos, minha querida” , “bom fim de semana”, “Lindo!”, “A vida vai dar-te muitas alegrias, verás”, “Sinto a tua alma neste poema”… Alto! Parei neste. Era “o tal”. O homem era médium, só podia. Mas ela estava encantada e dizia “vês como ele é diferente dos outros? E quer conhecer-me.”
Queria conhecê-la. Eu, na minha santa ingenuidade, perguntei-lhe se sabia alguma coisa dele, idade, o que fazia, aspecto, uma fotografiazinha…. Que não, que assim é que era excitante, diferente! Nem me atrevi a dizer mais nada, sentindo-me completamente estúpida e antiquada.

Uma semana mais tarde, a Luísa apareceu, dizendo-me que ia encontrar-se com o tal, o Flash Gordon (pois , esse era o nick dele). Claro que a minha mente suja começou logo a imaginar que, ou o homem queria pirar-se para o planeta Mongo (?) para defrontar algum imperador Ming ou era tão rápido como o Flash Gordon e conseguiria estar quase ao mesmo tempo com a minha amiga Luísa e a sua Dale Arden que devia existir, com certeza. Mas é claro que estes meus argumentos não convenceram a Luísa que, na verdade, nem fazia ideia do que eu estava a dizer. “Mas que Mongo e que Dale Arden? Este nick é só porque ele achou giro… “

Eu sei quando devo deixar de lutar contra as evidências. A Luísa ia encontrar-se com o Flash Gordon e pronto. E… ah, o que aconteceu, só vão saber quando me apetecer falar mais da Luísa. Agora tenho que ir atender os clientes que esta loja tem andado muito abandonada.

terça-feira, fevereiro 07, 2006

O tecido do Diabo

Sabemos que o traje faz o monge ou quem não quer ser lobo não lhe veste a pele. Por outras palavras – sejamos eruditos! eheheh – o vestuário “fala” de nós e a moda é uma linguagem, a exprimir pulsões, desejos e interdições, individuais ou colectivas, explicitando tantas vezes o inconsciente na afirmação do gosto e das formas escolhidas, ou revelando as margens subversivas das atitudes públicas...

Quem alguma vez leu Rolland Barthes, (entre outros) aprendeu certamente que todas as coisas “significam” e o mundo é uma linguagem ávida de decifrações: na arte, na política, na literatura, na música, na cozinha, no desporto...

Desde confins da Idade Média, as riscas transversais nas peças de vestuário – “o tecido do diabo” – tem uma explosiva carga simbólica, que apesar das múltiplas transmutações de sentido ao longo da história, ainda hoje se encontram impregnadas de múltiplas significações. Sem serem já diabólicas, as riscas permanecem, no entanto, como marca desvalorizante e, como tal, exibi-las, sobretudo no corpo, é ainda acto de “escândalo”, ou pretexto e estímulo de transgressão. Enfim, o “tecido do diabo” é manifestamente subversivo...

Dispenso-vos da longa itinerância das significações dos tecidos listrados. Limito-me a referir alguns dos aspectos mais marcantes...

A partir de meados do Séc. XIII, a longa lista de personagens (necessariamente “más”), vestidas de riscas horizontais englobava todos aqueles que eram colocados fora da ordem social, quer devido a uma condenação (falsários, falsos moedeiros, prejuros, etc.), quer devido a uma enfermidade (leprosos, sarnentos, pobres de espírito, loucos), quer porque exerciam uma profissão inferior (lacaios, criados) ou profissão infamante (jograis, prostitutas, carrascos, ferreiros - que são feiticeiros! – carniceiros – que são sanguinários! – moleiros – que são armazenistas e causadores de fome!). Todos estes indivíduos transgrediam a ordem social, “como a risca transgride a ordem cromática e a ordem do vestuário”.

Na heráldica, os escudos e brasões listrados são quase todos testemunho de valores “negativos” e atribuídos a cavaleiros desleais, a príncipes usurpadores e aqueles cujo comportamento é cruel, desonesto ou ímpio... No Antigo Regime, a risca vertical torna-se aristocrática, enquanto a risca horizontal continua servil e infamante...

Tudo muda a partir de 1775. Com a revolução americana, a risca invade o universo do vestuário, da decoração e dos emblemas. É o início da risca romântica e revolucionária, nascida no Novo Mundo, mas que breve se expande a Europa, onde encontra terreno fértil, como símbolo de liberdade e ideias novas... A bandeira “tricolor” é um tecido listrado... Esta qualidade nova, perdura até aos nossos dias, sem que, no entanto, a risca má desapareça. Bastará, a propósito, lembrar as riscas nos uniformes penitenciários. E, por outro lado, não é verdade, que tantas vezes riscamos das nossas vidas aquilo que (ou quem) nos faz mal, ou quem simplesmente nos é incómodo?...

Quer dizer, portanto, que hoje em dia, as riscas poderão ser valorizantes ou desvalorizantes, mas nunca serão neutras... Guy de Maupassant usava fatos de riscas vistosas, quando ia acanalhar-se nos bairros sórdidos de Paris. Mas também Picasso, iconoclasta e subversivo, gostava de se exibir vestido de riscas e proclamar alto e bom som que, para boa pintura fazer, era necessário suar as estopinhas, em francês “se zébrer le cul” (à letra, “zebrar” o cú).

Adiantando caminho: o significado das riscas não desapareceu nos nossos dias. Já não designa o Diabo, como na Idade Média. Ela evoca, sobretudo, o perigo (Código da Estrada) ou , por outro lado, mantém a sua marca de exclusão, transgressiva da ordem e dos valores dominantes, quer na moda, quer em outras esferas sociais.

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Lembra-me isto a (des)propósito o ineditismo do actual presidente da Bolívia, o cocalero Evo Morales, ter tomado posse do seu cargo com as coloridas vestes da sua origem ameríndia e da etnia aymará. E levar a ousadia do gesto, ao ponto de ser recebido nas capitais europeias, não de casaca ou smoking, nem sequer de fato e gravata, mas com uma vistosa camisola listrada com as cores de seu País...

“Diabólica” associação de ideias, não acham?!... Ihihiihi...

(Para me redimir de minhas intenções malévolas, irei sugerir à “Menina Graça” que coloque em venda o stock das coloridas meias listradas (para seu uso exclusivo), de forma a que todas as clientes da Retrosaria possam sublinhar o bem torneado de suas pernas, com o último grito da moda... )


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Texto inspirado em “O Tecido do Diabo – Uma História das Riscas e dos Tecidos Listrados” – Michel Pastoureau – Editorial Estampa

domingo, fevereiro 05, 2006

Manias...

Não, não, não! Não vou falar da canção do Marco Paulo. Nem ninguém se vai por aqui a “mexer e remexer”. Quanto a isso de “lady na mesa, louca na cama” ou lá o que é, não é para aqui chamado, por agora. Quem sabe, um destes dias…

Na verdade, a TMara desafiou-me para dizer aqui cinco manias minhas. E isto de manias tem que se lhe diga. O que é exactamente uma mania? Fui ver ao dicionário. Então:

s. f.,
espécie de perturbação ou excitação caracterizada por aferro a uma ideia fixa;

fig.,
mau costume;
excentricidade;
esquisitice;
extravagância;
desejo imoderado, excessivo.


Ideias fixas, excentricidades, maus costumes… Hmmm… Bem, bons ou maus, aqui ficam alguns dos meus costumes no dia a dia:


1-Durmo sempre virada para o lado direito (é uma monotonia, mas não consigo adormecer virada para outro lado)
2-Durmo sempre com alguma luz (sou uma menina muito assustadiça…)
3-Tento comer sempre a horas certas (na verdade, acho que isso até é um bom hábito)
4-Espreito o final dos livros quando os estou a ler (é terrível, faço sempre isso, não consigo evitar)
5-O meu duche é sempre com um bom gel (extravagâncias…)


E as próximas vítimas são:

123de4
Afrodite
Fotoescrita
Al
Polittikus


que espero tenham muitas "manias" interessantes.

quinta-feira, fevereiro 02, 2006

Metrossexual?

Esta manhã, estava aqui muito sossegada a ler a … (não interessa o nome da revista, elas são todas iguais e trazem as mesmas “notícias”…), quando dei de caras com um artigo sobre os metrossexuais. Ora aí está uma palavra que eu ainda não sei bem o que quer dizer. Mas fui lendo. Afinal, se os rapazes que ilustravam o artigo eram metrossexuais, valia a pena ler… E, para quem anda tão desactualizada(o) como eu, digo-vos o que aprendi.

Fiquei a saber (mais ou menos…) que a palavra se aplica aos homens, em princípio heterossexuais, quase sempre urbanos, bem educados, sensíveis e conscientes do seu lado feminino. Tudo isto para chegar à conclusão que são homens que cuidam da sua aparência, tanto ou mais que a maioria das mulheres. Manicure, cabelo arranjado num bom cabeleireiro, utilização regular de bons produtos de cosmética, perfumaria e higiene pessoal masculina, são alguns dos cuidados que o metrossexual não dispensa. Claro que também frequenta com regularidade o health-club e as roupas e acessórios são de boa qualidade e cuidadosamente escolhidas. É, aparentemente, um homem que tem a noção do que a imagem pode representar e a usa, conscientemente. Parece que estamos longe do tempo em que os homens se queriam “feios, porcos e maus”….

Perante isto tudo, eu só acho que, se os homens resolveram começar a usar as mesmas “armas” que as mulheres, têm todo o direito de o fazer. A aparência conta, para ambos os sexos. Mas, nesta conversa do “lado feminino” dos homens, aquilo que menos interessa (digo eu…) é a aparência. A sensibilidade, até a ocasional fragilidade, são bem mais atractivas e importantes. Um homem também chora e está tudo dito. O que é que as senhoras acham?

Mas olhem, amigos, se quiserem saber se são muito ou pouco metrossexuais, podem sempre fazer um desses testes que abundam na net e que nos fazem perder o nosso precioso tempo mas também nos divertem. Eu deixo aqui o link, mas ninguém é obrigado a dizer os resultados (vejam lá, não estraguem a “imagem”…). Ah, o teste é mesmo só para homens …


Qual é a vossa percentagem de metrossexual?