Um cidadão exemplar e a eterna espera dos comboios...
O relógio da placa de desembarque da estação do Oriente, marcava 18 horas e 07 minutos. Exactamente a hora da chegada do combóio rápido da Linha da Beira Alta. Era habitual ter que esperar, naquele horário e naquela estação, dez, quinze, vinte minutos, devidamente assinalados no painel electrónico, pelo que daquela vez estranhou a falta de informação adicional sobre o provável atraso. E o pacato cidadão, abrindo as comportas do seu optimismo impenitente, diz para os seus botões, mais a exprimir um desejo que a formular uma constatação : - “Querem ver que desta vez o combóio cumpre o horário!..”
Mal houvera tempo de intimamente acariciar tão gratificante ideia e uma voz feminina, aliás agradável e bem timbrada, solta-se dos altifalantes, ecoando no branco-cinza da tarde e da espera : - “Senhores passageiros por motivo de avaria eléctrica entre as estações x e y, o combóio que tinha a sua hora de chegada prevista a esta estação às dezoito horas e sete minutos circula com atraso”...
Repetiu duas ou três vezes, a menina dos altifalantes, na sua voz aveludada e impessoal, com o correspondente pedido de desculpas “pelo incómodo causado”, a informação debitada, sem qualquer outro esclarecimento que pudesse atenuar a angústia da espera, já que o proclamado atraso tanto poderia ser de alguns breves minutos, ou de horas ou – sabe-se lá! - ter a dimensão da eternidade...
Nos altaneiros painéis, também nada! Lá continuava, gloriosa e seca, a indicação do horário oficial : 18 horas e 07 minutos!...
Que pode um pacato cidadão fazer em semelhante emergência?!... Ou aceitar paciente o seu destino, ou contrariar a incomodidade, procurando saber o tempo disponível para o poder ocupá-lo, de forma mais agradável do que percorrer a via sacra dos “passos perdidos”, na plataforma de desembarque duma estação dos caminhos de ferro...
Aliás, “ver passar os comboios”, como os leitores bem sabem, pode provocar vertigens perigosas... E, por enquanto, o pacato cidadão não quer correr o risco de apanhar o primeiro comboio e nunca mais regressar, em desencantada imitação do “Homem Que Via Passar os Comboios”, tão brilhantemente descrito pelo escritor belga George Simenon... Eis, portanto, a razão última, por que o pacato cidadão, desceu ao piso inferior, procurando indagar de quem de direito o tempo previsível de atraso...
E, nestas coisas, há sempre que começar pelo princípio, sabido como é, de ciência certa, que ultrapassar, na cadeia do poder burocrático, um escalão, por pequeno que seja, queimar uma etapa, por irrisória que apresente, pode deitar por terra o paladino esforço de pretender, não melhor o mundo, mas tão só o modesto dever de emergir do caos...
À bilheteira, pois! - esse local mítico e (in)humano, aberto a todos os destinos e possibilidades e que, por certo Dante, não desdenharia descrever na sua descida aos infernos. Felizmente, àquela hora havia pouca afluência. Mas que não, não poderiam esclarecer, porém, metros adiante, encontraria o “Gabinete do Utente (?)”, onde ficaria devidamente informado...
Agradeceu o pacato cidadão, como o melhor dos seus sorrisos, ao funcionário que, de palito nos dentes, o atendeu e seguiu, passos à frente, conforme indicado, para o reluzente e aprumado Gabinete do Utente.
Atravessou as portas envidraçadas, num estranho mal estar de quem pressente o seu estatuto de cidadão (embora pacato) degradar-se em simples utente e, à menina emoldurada em luzidia farda, que passados minutos se perfilou à sua frente, disse das razões da sua vinda, isto é, pretendia saber qual o tempo previsível de atraso do comboio, que tinha a sua hora de chegada para ás 18 horas e 07 minutos, pois que...
Preparava-se o pacato cidadão para aduzir razões, não sei se reais se inventadas, da sua vida pessoal para tornar mais premente a necessidade de esclarecimento, mas foi abruptamente interrompido, numa voz de falsete, deslocada naquele corpinho bem apessoado :
- “Então o senhor não ouviu os altifalantes?.. Se estivesse estado atento, saberia que se verificou uma avaria no sistema eléctrico...”
- “ É justamente isso... – atalhou, num sorriso divertido, o pacato cidadão – o que pretendo saber é quanto tempo vou ter de estar à espera do almejado comboio, já que os painéis de informação não esclarecem e a sua colega do microfone nada disse sobre o assunto...”
Que não sabia a hora da chegada, nem o pacato cidadão, naquelas condições, poderia desejar conhecer, mas ela podia garantir que logo que a avaria fosse reparada os comboios entrariam de novo em circulação, preparando-se a menina com voz de falsete para debitar, mais uma vez, que a razão do atraso do comboio estava na avaria do sistema eléctrico...
- “Muito bem! – ironizou o pacato cidadão – fico confortado com a ideia de que logo que a avaria esteja reparada os comboios voltarão a circular, mas há ainda um pequeno pormenor a esclarecer : qual o tempo previsível da reparação da avaria?!...”
- “E se a menina não tem essa previsão, faça o favor de a solicitar, pois não saio daqui sem ela ... “ – acentuou firme, num sorriso felino, o pacato cidadão...
Nesta fase do diálogo, a menina da reluzente farda, virou costas, balbuciando, por entre dentes, que não estaria para aturar não se sabe bem quem e desandou para o interior das instalações.
Resumindo, que o tempo não é elástico, nem a vossa paciência infinita : saiu, então, de lá, das alfurjas do Gabinete do Utente, um engravatado e distinto cavalheiro, que em roncar de mastim mal adestrado, se propunha esclarecer de vez o assunto, repetindo, de uma vez por todas, que não podia fornecer a informação solicitada sobre a hora de chegada do comboio e que, depois disso, o pacato cidadão sairia daquele espaço, nem que fosse pela gola do casaco...
Houve então necessidade de esclarecer o simpático cavalheiro, que o pacato cidadão era de carne rija, pelo se fosse engolido, seria, necessariamente, muito indigesto;
que a empresa, com o atraso dos comboios, prestava maus serviço público, pelo que qualquer pacato cidadão tinha não só o direito, mas o dever de protestar;
que ele funcionário estava ao serviço dos passageiros e do público em geral, que não era dono daquele espaço e que tem o dever de tratar com urbanidade todos os ditos utentes, sendo certo que, no caso, o pacato cidadão apresentou com firmeza, mas com correcção, um pedido de informação razoável...
e, afivelando o nó da gravata ( que raramente usa ) o pacato cidadão, saiu calmamente, não sem antes esclarecer que a comunicação social iria ter conhecimento do incidente...
Pasmem, criaturas!... Momentos depois, gloriosamente, os painéis electrónicos anunciavam que o atraso do comboio seria de 40 minutos ... Uma vitória de pirro?!.. Nem isso: passaram, de 40 para mais 40, os minutos, antes do comboio chegar...
- “Haja Deus!... Valha-nos a eterna espera dos comboios!..., - desabafou rendido o pacato cidadão!...
Mal houvera tempo de intimamente acariciar tão gratificante ideia e uma voz feminina, aliás agradável e bem timbrada, solta-se dos altifalantes, ecoando no branco-cinza da tarde e da espera : - “Senhores passageiros por motivo de avaria eléctrica entre as estações x e y, o combóio que tinha a sua hora de chegada prevista a esta estação às dezoito horas e sete minutos circula com atraso”...
Repetiu duas ou três vezes, a menina dos altifalantes, na sua voz aveludada e impessoal, com o correspondente pedido de desculpas “pelo incómodo causado”, a informação debitada, sem qualquer outro esclarecimento que pudesse atenuar a angústia da espera, já que o proclamado atraso tanto poderia ser de alguns breves minutos, ou de horas ou – sabe-se lá! - ter a dimensão da eternidade...
Nos altaneiros painéis, também nada! Lá continuava, gloriosa e seca, a indicação do horário oficial : 18 horas e 07 minutos!...
Que pode um pacato cidadão fazer em semelhante emergência?!... Ou aceitar paciente o seu destino, ou contrariar a incomodidade, procurando saber o tempo disponível para o poder ocupá-lo, de forma mais agradável do que percorrer a via sacra dos “passos perdidos”, na plataforma de desembarque duma estação dos caminhos de ferro...
Aliás, “ver passar os comboios”, como os leitores bem sabem, pode provocar vertigens perigosas... E, por enquanto, o pacato cidadão não quer correr o risco de apanhar o primeiro comboio e nunca mais regressar, em desencantada imitação do “Homem Que Via Passar os Comboios”, tão brilhantemente descrito pelo escritor belga George Simenon... Eis, portanto, a razão última, por que o pacato cidadão, desceu ao piso inferior, procurando indagar de quem de direito o tempo previsível de atraso...
E, nestas coisas, há sempre que começar pelo princípio, sabido como é, de ciência certa, que ultrapassar, na cadeia do poder burocrático, um escalão, por pequeno que seja, queimar uma etapa, por irrisória que apresente, pode deitar por terra o paladino esforço de pretender, não melhor o mundo, mas tão só o modesto dever de emergir do caos...
À bilheteira, pois! - esse local mítico e (in)humano, aberto a todos os destinos e possibilidades e que, por certo Dante, não desdenharia descrever na sua descida aos infernos. Felizmente, àquela hora havia pouca afluência. Mas que não, não poderiam esclarecer, porém, metros adiante, encontraria o “Gabinete do Utente (?)”, onde ficaria devidamente informado...
Agradeceu o pacato cidadão, como o melhor dos seus sorrisos, ao funcionário que, de palito nos dentes, o atendeu e seguiu, passos à frente, conforme indicado, para o reluzente e aprumado Gabinete do Utente.
Atravessou as portas envidraçadas, num estranho mal estar de quem pressente o seu estatuto de cidadão (embora pacato) degradar-se em simples utente e, à menina emoldurada em luzidia farda, que passados minutos se perfilou à sua frente, disse das razões da sua vinda, isto é, pretendia saber qual o tempo previsível de atraso do comboio, que tinha a sua hora de chegada para ás 18 horas e 07 minutos, pois que...
Preparava-se o pacato cidadão para aduzir razões, não sei se reais se inventadas, da sua vida pessoal para tornar mais premente a necessidade de esclarecimento, mas foi abruptamente interrompido, numa voz de falsete, deslocada naquele corpinho bem apessoado :
- “Então o senhor não ouviu os altifalantes?.. Se estivesse estado atento, saberia que se verificou uma avaria no sistema eléctrico...”
- “ É justamente isso... – atalhou, num sorriso divertido, o pacato cidadão – o que pretendo saber é quanto tempo vou ter de estar à espera do almejado comboio, já que os painéis de informação não esclarecem e a sua colega do microfone nada disse sobre o assunto...”
Que não sabia a hora da chegada, nem o pacato cidadão, naquelas condições, poderia desejar conhecer, mas ela podia garantir que logo que a avaria fosse reparada os comboios entrariam de novo em circulação, preparando-se a menina com voz de falsete para debitar, mais uma vez, que a razão do atraso do comboio estava na avaria do sistema eléctrico...
- “Muito bem! – ironizou o pacato cidadão – fico confortado com a ideia de que logo que a avaria esteja reparada os comboios voltarão a circular, mas há ainda um pequeno pormenor a esclarecer : qual o tempo previsível da reparação da avaria?!...”
- “E se a menina não tem essa previsão, faça o favor de a solicitar, pois não saio daqui sem ela ... “ – acentuou firme, num sorriso felino, o pacato cidadão...
Nesta fase do diálogo, a menina da reluzente farda, virou costas, balbuciando, por entre dentes, que não estaria para aturar não se sabe bem quem e desandou para o interior das instalações.
Resumindo, que o tempo não é elástico, nem a vossa paciência infinita : saiu, então, de lá, das alfurjas do Gabinete do Utente, um engravatado e distinto cavalheiro, que em roncar de mastim mal adestrado, se propunha esclarecer de vez o assunto, repetindo, de uma vez por todas, que não podia fornecer a informação solicitada sobre a hora de chegada do comboio e que, depois disso, o pacato cidadão sairia daquele espaço, nem que fosse pela gola do casaco...
Houve então necessidade de esclarecer o simpático cavalheiro, que o pacato cidadão era de carne rija, pelo se fosse engolido, seria, necessariamente, muito indigesto;
que a empresa, com o atraso dos comboios, prestava maus serviço público, pelo que qualquer pacato cidadão tinha não só o direito, mas o dever de protestar;
que ele funcionário estava ao serviço dos passageiros e do público em geral, que não era dono daquele espaço e que tem o dever de tratar com urbanidade todos os ditos utentes, sendo certo que, no caso, o pacato cidadão apresentou com firmeza, mas com correcção, um pedido de informação razoável...
e, afivelando o nó da gravata ( que raramente usa ) o pacato cidadão, saiu calmamente, não sem antes esclarecer que a comunicação social iria ter conhecimento do incidente...
Pasmem, criaturas!... Momentos depois, gloriosamente, os painéis electrónicos anunciavam que o atraso do comboio seria de 40 minutos ... Uma vitória de pirro?!.. Nem isso: passaram, de 40 para mais 40, os minutos, antes do comboio chegar...
- “Haja Deus!... Valha-nos a eterna espera dos comboios!..., - desabafou rendido o pacato cidadão!...

42 Comments:
E fizeste muito bem!
O texto está fluente e bem escrito.
Fica bem...
Descreveste muito bem a incapacidade, o desleixo, a inutilidade de todos os funcionários da CP. Claro que se alguém lhes exige explicações, mesmo educadamente, ameaçam, pois para eles a melhor defesa (que não a têm), é o ataque. Ora transportando este caso para outros sectores de atendimento público ...é por isso que temos o país que temos. Muito bom este post! Parabéns sr. Zé:) beijos
Só de ler isto fiquei a ferver.
Fez-me lembrar uma cena num país relativamente parecido com o nosso. Estávamos num restaurante e um de nós pediu uma água mas SEM gás. Quando se reclamou porque a água era gasosa o criado respondeu "Ah mas o gás já desaparece"...
Ó Zé;
tu não me digas que esta cena se passou em Portugal!!!
Em Portugal os funcionários são profissionalmente exemplares, delicados, prestáveis, de fino trato... a começar pelos administrativos e auxiliares do SNS e os do Arquivo de Identificação...
Estou em crer que essa Gare do Oriente deve ser a de Istambul na Turquia! :)))
Belo post. Gostei muito.
*** e [[]] para os dois.
A rendição ao betão e ao alcatrão conduziu a várias coisas: que fosse desmantelada uma rede ferroviária que estava longe de estar esgotada; que foram deixadas ao abandono e ao vandalismo estações de comboio irrepreensivelmente adornadas de azulejos perdidos para sempre, que a rapidez das ineficazes soluções ALFA e Pendolino são uma premonição preocupante para o TGV anunciado, que os jogos de permuta de gestores entre a REFER e a CP são indecorosos...Como espantar que num putativo Balcão de Utente haja consideração por alguém?
Bom post.
Um abraço
ENCONTRO DE BLOGS EM ALVITO NO PRÓXIMO DIA 22 DE ABRIL .
PROGRAMA
10h30 - POSTO DE TURISMO
Recepção aos Participantes
11h00 - AUDITÓRIO CENTRO CULTURAL
-HOMENAGEM A RAÚL DE
CARVALHO-
-Poeta natural de
Alvito.
Intervenção do Escritor
Antonio Rebordão Navarro
- CONFERÊNCIA BLOGUISTA
Temas defendidos pelos
seguintes oradores:-
-Luis Lança Silva -
(TV ALENTEJO)
-João Espinho-
(PRAÇA DA REPÚBLICA EM
BEJA)
13h00 - QUINTA DOS PRAZERES
Almoço regional
15h30 - Passeio guiado pelo
Concelho de Alvito
17h30 - Visita à Sede do Grupo
Coral
18h00 - Concerto na Igreja Matriz
(Alunos do Conservatório
Regional do Baixo Alentejo)
Valor da refeição 18€ (Dezoito euros) (crianças até 4 anos não pagam, dos 4 aos 10 anos pagam 50%)
PAGAMENTO: Deverão efectuar o pagamento até ao dia 16 de Abril, através de transferência bancária para a conta com o NIB: 0035 0084 0000 3930 700 26 da Caixa Geral de Depósitos e indicar-nos os dados que lhe são solicitados no formulário que enviamos aquando da sua inscrição .
-Desculpem a insistência e o espaço roubado mas não queremos que falte informação sobre o ENCONTRO DE BLOGS EM ALVITO A REALIZAR NO PRÓXIMO DIA 22 DE ABRIL .
As nossas saudações e os nossos agradecimentos
Aproveita a massagem gratis que a CP disponibiliza aos utentes... hehehehe
Olha que bela retrosaria que tens aqui, Zé.
Obrigado pela visita. Um Abraço.
Andamos todos a ver passar os combóios!...
Um abraço
E eu que me preparava para fazer uma viagem de comboio até às Beiras... Não arrisco: se me acontecesse uma dessas ficava à beira de perder a paciência. É que a minha pacatez de cidadã tem limites, horários, já se vê. E se eu for antes ver a Mona Lisa ao Louvre? ;-)
Também gostei muito! eh eh eh
com tanta leitura em atraso, eu :(
e, mesmo agora, só passo para vos deixar dois beijinhos - doce e serena Páscoa
Gostei da narrativa...do "ver passsar os combóios" do gabinete de atendimento ao utente...da menina que lhe perguntou se não tinha ouvido os altifalantes, do sujeito a ajeitar a gravata...e sobretudo do facto do pacato cidadão sei indigesto! Mas delirei com a chegada da informação aos media...Oh, benditos media que para alguma coisa hão-de servir!
Abraço e um sorriso em tom de AZUL
BShell
Queria um carro de linhas branco nº 40 da marca CABRA. sff...
Já me acontece exactamente o mesmo, mas por cause de um atraso do avião.
No painel só aparecia "Delayed".
Fui ao balcão e perguntei. Não sabiam. Depois de uma boa conversa de uns 5 minutos, até porque a rapariga era muito agradável à vista, lá aceitaram rever a informação imprecisa e colocar um tempo estimado.
Só que não mexeram mais, porque o avião atrasou-se mesmo as 2 horas que eu tinha sugerido (tinha ouvido na rádio o atraso médio, dado que se tratava de uma greve de controladores aéreos de Paris e, por isso, foi notícia).
Por isso, acho que os utentes devem reclamar e fazer valer os seus direitos tal como tu fizeste.
Abraço à tabela...
Lol
Ainda há cidadãos pacientes! :P *
Venho desejar boa Páscoa, não vá a menina Graça fechar a porta por estes dias ou o Zé das loas desandar para a Beira Alta. Eu fico por cá, na escrita da foto. Se conseguir juntá-las, claro.
Beijos
Portugal dos Pequeninos em Lisboa também?...Normal, perfeitamente normal.
Uma bela descrição da insensibilidade e da falta de bom-senso!
É por esta e por outras que por vezes perdemos o tino. E deviamos perder muitas mais. O Frog disse e muito bem, passamos a vida a ver passar comboios!
Forte abraço dos Alfinetes
Pois cada coisa no seu género: também gosto de janelas (in)discretas...
So para lhe deixar um beijo e dizer que ja tenho saudades suas... o senhor faz-me dizer cada coisa, credo!! :))
GNM, grato pela visita. abraços
Wind, infelizmente é o doia a dia dos pacatos(as) cidadãos(âs). beijos
Diafragma, como os comboios, que acabam sempre por chegar... tarde, mas chegam! sejamos optimistas...
abraços
Isabel Magalhães, tens razão, o melhor da Turquia a "invadir" Portugal... rss
beijos
JPD, dói mesmo. tens razão. as estações da CP abandonadas e património (memória) colectivo depredrado. algumas vias férreas (a linha do Douro, meu Deus!...) deveriam ser momumentos nacionais!
abraço
Lumife, os maiores sucessos no encontro. votos do coração. abraços
Polittikus, massagem grátis?! eheheh. essa é boa! contento-me com o desconto para a terceira idade(quando for a altura rss) abraços
Humor Negro, a "dona da loja" é a "Menina_Graça". o Zé limita-se a "dar música" às (aos) clientes... abraços
Frog, talvez Abril ganhe cor, outra vez. um dia destes, sabe-se lá...
abraços
Fotoescrita, fazes bem, opta por Paris. embora a Beira tenha os seus encantos, acredita. mas ver-te a "beira dum ataque de nervos" é ousadia que não tenho... rss
beijos
Dra Daniela, a doutora disponha. ainda bem que gostou. o seu gosto é nosso prazer... rss
beijos
Tecum, desejamos que as tuas férias estejam a ser repousantes. mas sentimos as tua falta. boa Páscoa, querida amiga. beijos
BlueShell, qual serviço público, quais quê?! a única coisa que os verga é a opinião dos media, que como bem sugeres deixa muito a desejar. por isso, aproveito, sempre que posso, para meter uma areiazita na engrenagem....
beijos
Polittikus, tens que pedir a "menina_graça!. é ela quem sobe às prateleiras. por mim, limito-me a segurar o escadote... rss
abraços
Nilson, estás a perder... rss. por mim, chegam-me os nossos atrasos domésticos! e invejo o teu poder de persuasão, cinco minutos apenas para convencer uma menina bonita é ... obra! rsss...
gostei. abraços
Cakau, pois! que remédio! mas, de vez em quando, a mostarda sobe ao nariz... rss. beijos
Fotoescrita, ainda estamos por cá, procurando por as leituras em dia. mas quase a fazer um intervalo, sim! Votos de Boa Páscoa também para ti, naturalmente, extensíveis ao teu parceiro das belas fotos. beijos e abraços
Manuel do Montado, Portugal em "inho", claro! conheces certamente o A. O´Neill: "quando tudo escombro/ainda seremos/ombro na ombreira...". bem vindo. abraços
Alfinete de Peito, enquanto soubermos sorrir (exercício de lucidez) nada estará perdido. um pouco mais de "azul" e iremos lá... rsss. abraços
Fotoescrita, pena tenho eu não ter uma das janelas da Maluda! abria-a de par em par... rss
beijos
Menina_Graça, veja lá como se porta, não vão os seus (suas)admiradores (as) pensar "coisas" a nosso respeito... rss.
mas confesso que me soube muito bem o seu beijo. beijo saudoso.
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